Referência

Sb 10, 2

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

3

Autores distintos

1

Matos Soares

2(foi ela também que) o tirou do seu pecado, e lhe deu poder para governar todas as coisas.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que não convinha que o Filho de Deus assumisse a natureza humana da estirpe de Adão, pois o Apóstolo diz (Heb. 7, 26): «Porque convinha que tivéssemos um tal sumo sacerdote… separado dos pecadores». Ora, Ele teria sido ainda mais separado dos pecadores se não houvesse assumido a natureza humana da estirpe de Adão, pecador. Logo, parece que não devia ter assumido a natureza humana da estirpe de Adão. Objeção 2: Além disso, em todo género, o princípio é mais nobre do que o que procede do princípio. Portanto, se Ele quisesse assumir a natureza humana, deveria tê-la assumido no próprio Adão. Objeção 3: Além disso, os gentios eram maiores pecadores que os judeus, como diz uma glosa sobre Gál. 2, 15: «Nós, judeus por natureza, e não pecadores dentre os gentios». Portanto, se…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Terceira Parte · Art. 6 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que oferecer sacrifício a Deus não é de lei natural. As coisas que são de lei natural são comuns a todos os homens. Ora, tal não se dá com os sacrifícios; pois lemos que alguns, como Melquisedeque (Gn 14,18), ofereceram pão e vinho em sacrifício, e que certos animais foram oferecidos por uns, e outros por outros. Logo, a oferta de sacrifícios não é de lei natural. **Objeção 2:** Ademais, as coisas que são de lei natural foram observadas por todos os homens justos. Ora, não lemos que Isaac ofereceu sacrifício, nem que Adão o fez, do qual todavia está escrito (Sb 10,2) que a sabedoria "o livrou do seu pecado". Portanto, a oferta de sacrifício não é de lei natural. **Objeção 3:** Ademais, Agostinho diz (De Civ. Dei X, 5,19) que os sacrifícios são oferecidos em signific…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que no estado de inocência o homem não era imortal. Porque o termo «mortal» pertence à definição do homem. Ora, se se retira a definição, retira-se a coisa definida. Logo, enquanto o homem era homem, não podia ser imortal. **Objeção 2:** Ademais, o corruptível e o incorruptível são genericamente distintos, como diz o Filósofo (Metaf. X, Did. IX, 10). Mas não pode haver passagem de um género a outro. Portanto, se o primeiro homem era incorruptível, o homem não poderia ser corruptível no estado presente. **Objeção 3:** Ademais, se o homem fosse imortal no estado de inocência, isso se deveria ou à natureza ou à graça. Não à natureza, porque, como a natureza não muda dentro da mesma espécie, ele também seria imortal agora. Tampouco se deveria à graça; porque o primeiro…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática