Referência

Sb 3, 15

Veja onde esta passagem aparece no corpus patrístico disponível.

Trechos nesta página

2

Autores distintos

1

Matos Soares

15Porque o fruto dos bons trabalhos é glorioso, e a raiz da prudência é imperecível.

Matos Soares · domínio público

Levar para o estudoEntre na conta para estudar este versículo com fontes citadas.
Dossiês doutrinaisQuando um versículo abre um tema maior, o próximo passo é seguir por um dossiê temático.

Comentário direto

0

Trechos em que os Padres comentam diretamente esta passagem ou o seu contexto imediato.

Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

2

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que os frutos do Espírito Santo, enumerados pelo Apóstolo (Gálatas 5,22-23), não são atos. Pois aquilo que produz fruto não deve ser chamado de fruto; do contrário, iríamos ao infinito. Mas as nossas ações produzem fruto: porque está escrito (Sab. 3,15): "O fruto do bom trabalho é glorioso", e (João 4,36): "O que ceifa recebe salário e ajunta fruto para a vida eterna." Logo, as nossas ações não devem ser chamadas de frutos. Objeção 2: Além disso, como diz Agostinho (De Trinitate X, 10), "gozamos [do verbo latino 'fruimur', do qual derivam o latim 'fructus' e o inglês 'fruit'] das coisas que conhecemos quando a vontade repousa, regozijando-se nelas." Ora, a nossa vontade não deve repousar nas nossas ações por si mesmas. Logo, as nossas ações não devem ser chamadas de frut…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática

Santo Tomás de Aquino

**Objecção 1:** Parece que os frutos do Espírito Santo, enumerados pelo Apóstolo (Gál. 5:22,23), não são actos. Pois aquilo que dá fruto não deve ser chamado fruto em si mesmo, senão iríamos ao infinito. Ora, as nossas acções dão fruto: porque está escrito (Sab. 3:15): «O fruto do bom trabalho é glorioso», e (Jo. 4:36): «O que ceifa recebe salário e ajunta fruto para a vida eterna.» Logo, as nossas acções não devem ser chamadas frutos. **Objecção 2:** Além disso, como diz Agostinho (De Trin. X, 10), «nós gozamos (*'Fruimur', verbo do qual provém o latim 'fructus' e o português 'fruto') das coisas que conhecemos quando a vontade descansa, regozijando-se nelas.» Ora, a nossa vontade não deve descansar nas nossas acções por causa delas mesmas. Logo, as nossas acções não devem ser chamadas fr…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

tradução automática