Referência

Sb 8, 2

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Autores distintos

1

Matos Soares

2Eu a amei e busquei desde a minha juventude, procurei tomá-la como esposa, e fiquei enamorado da sua formosura,

Matos Soares · domínio público

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Nenhum comentário direto traduzido para este versículo. A Catena Aurea comenta diretamente os quatro Evangelhos; em outros livros, procure principalmente em citações internas.

Citações internas

3

Trechos em que este versículo aparece citado dentro de outro argumento patrístico.

Santo Tomás de Aquino

Objeção 1: Parece que o amor não está na potência concupiscível. Porquanto está escrito (Sb 8,2): «Amei-a» — a saber, a sabedoria — «e busquei-a desde a minha mocidade». Ora, a potência concupiscível, sendo parte do apetite sensitivo, não pode tender para a sabedoria, que não é apreendida pelos sentidos. Logo, o amor não está na potência concupiscível. Objeção 2: Ademais, o amor parece identificar-se com toda paixão; pois Agostinho diz (De Civ. Dei XIV,7): «O amor, ansiando pelo objeto amado, é desejo; possuindo-o e dele gozando, é alegria; fugindo do que lhe é contrário, é temor; e sentindo o que lhe é contrário, é tristeza». Ora, nem toda paixão está na potência concupiscível; com efeito, o temor, que é mencionado nesta passagem, está na potência irascível. Logo, não se deve afirmar abs…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte da Segunda Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

Objecção 1: Parece que o amor não está na potência concupiscível. Porque está escrito (Sabedoria 8:2): "Amei-a", a saber, a sabedoria, "e busquei-a desde a minha mocidade." Ora a potência concupiscível, sendo uma parte do apetite sensitivo, não pode tender para a sabedoria, que não é apreendida pelos sentidos. Logo o amor não está na potência concupiscível. Objecção 2: Demais. — O amor parece identificar-se com toda paixão: pois Agostinho diz (De Civ. Dei xiv, 7): "O amor, ansiando pelo objecto amado, é desejo; tendo-o e gozando-o, é alegria; fugindo do que lhe é contrário, é temor; e sentindo o que lhe é contrário, é tristeza." Ora nem toda paixão está na potência concupiscível; de facto, o temor, que é mencionado nesta passagem, está na potência irascível. Logo não devemos dizer absolut…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Primeira Parte · Art. 1 · c. 1225–1274

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Santo Tomás de Aquino

**Objeção 1:** Parece que as virtudes morais pertencem à vida contemplativa. Pois Gregório diz (Hom. xiv in Ezech.) que "a vida contemplativa é apegar-se ao amor de Deus e do próximo com todo o espírito". Ora, todas as virtudes morais, cujos atos são prescritos pelos preceitos da Lei, se reduzem ao amor de Deus e do próximo, porque "o amor é o cumprimento da Lei" (Rom. 13,10). Logo, parece que as virtudes morais pertencem à vida contemplativa. **Objeção 2:** Além disso, a vida contemplativa se ordena principalmente à contemplação de Deus; pois Gregório diz (Hom. xiv in Ezech.) que "a mente calca aos pés todos os cuidados e anseia pelo rosto de seu Criador". Ora, ninguém pode conseguir isto sem a pureza de coração, que é efeito da virtude moral [*Cf. Q[8], A[7]]. Pois está escrito (Mat. 5,…

Santo Tomás de Aquino · Suma Teológica — Segunda Parte da Segunda Parte · Art. 2 · c. 1225–1274

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