Obra patrística
Paixão de Perpétua e Felicidade
Autor anônimo
Preface.–Argument. From the Prison They are Led Forth with Joy into the Amphitheatre, Especially Perpetua and Felicitas. All Refuse to Put on Profane Garments. They are Scourged, They are Thrown to the Wild Beasts. Saturus Twice is Unhurt. Perpetua and Felicitas are Thrown Down; They are Called Back to the Sanavivarian Gate. Saturus Wounded by a Leopard, Exhorts the Soldier. They Kiss One Another, and are Slain with the Sword.
Prefácio.
Se ilustrações antigas de fé que tanto testemunham a graça de Deus como tendem à edificação do homem são colecionadas por escrito, de modo que, pela leitura delas, como que pela reprodução dos fatos, tanto Deus seja honrado, como o homem seja fortalecido; por que não deveriam também ser colecionados novos exemplos, que sejam igualmente adequados para ambos os fins—, ainda que só pelo fato de que estes exemplos modernos um dia se tornarão antigos e disponíveis para a posteridade, embora no seu tempo presente sejam estimados como de menos autoridade, por causa da presumida veneração pela antiguidade? Mas vejam os homens nisto, se julgam que o poder do Espírito Santo é um, segundo os tempos e as estações; pois algumas coisas de data mais recente devem ser estimadas como de maior conta, por serem mais próximas dos últimos tempos, conforme a exuberância da graça manifestada nos períodos finais determinados para o mundo. Porque “nos últimos dias, diz o Senhor, derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; e vossos filhos e vossas filhas profetizarão. E sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito; e vossos mancebos verão visões, e vossos anciãos sonharão sonhos.” E assim nós—que tanto reconhecemos como reverenciamos, até como fazemos as profecias, as visões modernas igualmente prometidas a nós, e consideramos os outros poderes do Espírito Santo como um ministério da Igreja para o qual também Ele foi enviado, administrando todos os dons em todos, como o Senhor distribuiu a cada um—tanto necessariamente as recolhemos por escrito, como as comemoramos na leitura para glória de Deus; para que nenhuma fraqueza ou desânimo da fé suponha que a graça divina permaneceu apenas entre os antigos, seja em respeito à condescendência que suscitou mártires, seja à que concedeu revelações; visto que Deus sempre cumpre o que prometeu, para testemunho aos incrédulos, para os crentes como benefício. E nós, portanto, o que ouvimos e apalpamos, também vos anunciamos, irmãos e filhinhos, para que tanto vós que estivestes envolvidos nestes assuntos sejais novamente lembrados disto para glória do Senhor, como vós que os conheceis por ouvir dizer tenhais comunhão com os benditos mártires, e por meio deles com o Senhor Jesus Cristo, a quem seja glória e honra, para todo o sempre. Amém.