Este é o discurso do poder consciente. Contudo, para mostrar que, embora da natureza divina, Ele tem a Sua natividade de Deus, acrescenta: “Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos”. Não oculta o Seu nascimento do Pai, antes o proclama. Pois aquilo que recebeu do Pai, recebeu-O por ter nascido dEle. Recebeu-O no próprio nascimento, não depois dele; embora nascesse quando O recebeu.
Santo Hilário de Poitiers · Hilarius de Trin · c. 310–367
tradução automáticaA mão do Filho é dita como a mão do Pai, para que vejais, por uma representação corpórea, que ambos têm a mesma natureza, que a natureza e a virtude do Pai estão também no Filho.
Santo Hilário de Poitiers · c. 310–367
tradução automáticaOs hereges, como não podem contradizer estas palavras, procuram, por uma ímpia mentira, explicá-las. Afirmam que esta unidade é apenas unanimidade; unidade de vontade, não de natureza, isto é, que os dois são um, não por serem o mesmo, mas por quererem o mesmo. Mas eles são um, não por mera economia, mas pela natividade da natureza do Filho, visto que não há diminuição da divindade do Pai ao gerá-Lo. São um enquanto as ovelhas que não são arrebatadas da mão do Filho não são arrebatadas da mão do Pai; enquanto nEle operando, o Pai opera; enquanto Ele está no Pai, e o Pai nEle. Esta unidade, não a criação, mas a natividade; não a vontade, mas o poder; não a unanimidade, mas a natureza realiza. Mas não negamos por isso a unanimidade do Pai e do Filho; pois os hereges, porque nos recusamos a a…
Santo Hilário de Poitiers · Hilarius de Trin · c. 310–367
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