Significa-lhes que é mais do que parece ser (pois aos homens parecia apenas um homem; a Sua Divindade estava oculta). Tal como o Pai é, assim sou Eu em natureza e em dignidade; quem crê em Mim, não crê em Mim, i.e., naquilo que vê, mas Naquele que Me enviou, i.e., no Pai. [Quem crê no Pai deve crer n'Ele como Pai, i.e., deve crer que tem um Filho; e, reciprocamente, quem crê no Filho, por isso mesmo crê no Pai.] E, novamente, se alguém pensa que Deus tem filhos por graça, mas não um Filho igual e coeterno a Si mesmo, também não crê no Pai, que enviou o Filho; porque aquilo em que crê não é o Pai que O enviou. E para mostrar que não é o Filho no sentido de um entre muitos, um filho por graça, mas o Filho Unigênito igual ao Pai, acrescenta: E quem Me vê, vê Aquele que Me enviou; tão pequena…