Mas admite que há mais alegria no céu pelo pecador convertido do que pelos justos que permanecem firmes; porque estes, na sua maioria, não se sentindo oprimidos pelo peso dos seus pecados, andam, na verdade, no caminho da justiça, mas ainda assim não suspiram ansiosamente pela pátria celestial, sendo frequentemente lentos para praticar boas obras, pela confiança que têm em si mesmos de que não cometeram pecados graves. Mas, por outro lado, às vezes aqueles que se lembram de certas iniquidades que cometeram, compungidos de coração, pelo próprio pesar se inflamam no amor de Deus; e, porque consideram que se afastaram de Deus, compensam as perdas anteriores com os ganhos subsequentes. Maior é, pois, a alegria no céu, assim como o chefe na batalha ama mais aquele soldado que, volvendo da fuga,…