34. Não na corte onde a lei ressoa, não no edifício que ergue o seu cume ao alto, mas sobre um monturo toma assento, porque o Redentor dos homens, ao vir para assumir a carne, como Paulo testemunha, «escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes». Não Se senta Ele, por assim dizer, sobre um monturo, arruinados os edifícios, Aquele que, abandonados desolados os judeus no seu orgulho, repousa naquele mundo gentio, que por tanto tempo tinha rejeitado? É Ele encontrado fora da habitação, todo coberto de chagas, na medida em que, ao suportar a Judeia, que se levantava contra Ele, sofreu a dor da Sua Paixão no meio do escárnio do Seu próprio povo; como João testemunha, que diz: «Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam». E como Ele repousa sobre um monturo, diga esta mesm…