19. Ora, aos espíritos angélicos chamamos com razão ‘os soldados’ de Deus, porque não ignoramos que eles guerreiam contra as potestades do ar, conflitos esses que, contudo, levam a cabo não pelo trabalho, mas pela autoridade; pois a qualquer coisa que, ao agir contra os espíritos imundos, desejem, com o auxílio Daquele que tudo governa, são capazes. Assim, deste exército, quando o nosso Rei nasceu, está escrito: E subitamente houve com o anjo uma multidão do exército celeste. [Lucas 2, 13] Ao qual mesmo exército celeste se junta também o número dos Eleitos dos homens, que pelos altos anelos da mente são libertados do cativeiro de uma conversação terrena. A respeito dos quais é dito por Paulo: Nenhum homem que guerreia se enreda com os negócios desta vida. Os quais, embora agora se mostrem…