Ou Ele roga que o cálice seja removido dEle, não por medo do sofrimento, mas por Sua compaixão pelo primeiro povo, para que não tivessem de beber o cálice primeiramente bebido por Ele. Por isso diz expressamente: não «Remove de Mim o cálice», mas «este cálice», isto é, o cálice do povo judeu, que não pode ter desculpa pela sua ignorância ao Me matar, tendo a Lei e os Profetas que diariamente profetizam de Mim.
DIONÍSIO DE ALEXANDRIA. Ou quando diz: «Passe de mim este cálice», não é «que não venha a Mim», pois a menos que tivesse vindo, não poderia passar. Foi, portanto, quando percebeu que já estava presente que começou a ser aflito e triste, e como estava próximo, diz: «passe este cálice», pois assim como aquilo que passou não pode ser dito nem que não veio nem que permanece, assim també…