A multidão, que parecia menos instruída, admirava-se sempre das obras do Senhor; eles, porém, ou negavam estas coisas, ou o que não podiam negar esforçavam-se por perverter com uma má interpretação, como se fossem feitas não por uma Divindade, mas por um espírito imundo, a saber, Belzebu, que era o deus de Acaron: «Os fariseus, ouvindo isto, diziam: Este homem não lança fora os demônios senão por Belzebu, príncipe dos demônios.»
Beato Rabano Mauro · e Beda in Luc · c. 780–856
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