Tempo Comum · Semana XXII

segunda-feira, 30 de agosto · paramento verde

Lc 4, 16-30

Tempo Comum

O Evangelho de hoje, lido com os Padres da Igreja.

Lc 4, 16-30

Foi a Nazaré, onde se tinha criado, entrou na sinagoga, segundo o seu costume, em dia de sábado, e levantou-se para fazer a leitura. 17Foi-lhe dado o livro do profeta Isaías. Quando desenrolou o livro, encontrou o lugar onde estava escrito (Is. 61, 1-2; Is. 58, 6): 18O Espírito do Senhor repousou sobre mim; pelo que me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres; me enviou a sarar os contritos do coração. 19a anunciar aos cativos a redenção, e aos cegos a recuperação da vista, a pôr em liberdade os oprimidos, a pregar o ano favorável do Senhor. 20Tendo enrolado o livro, deu-o ao ministro, e sentou-se. Estavam fixos nele os olhos de todos os que se encontravam na sinagoga. 21Começou a dizer-lhes: "Hoje cumpriu-se esta escritura que acabais de ouvir." 22E todos lhe davam testemunho, e admiravam-se das palavras de graça que saiam da sua boca, e diziam: "Não é este o filho de José?" 23Então disse-lhes: "Sem dúvida que vós me aplicareis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Todas aquelas grandes coisas que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum, faze-as também aqui na tua pátria." 24Depois acrescentou : "Na verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria. 25Na verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias, quando foi fechado o céu durante três anos e seis meses, e houve uma grande fome por toda a terra; 26e a nenhuma delas foi mandado Elias, senão a uma mulher viúva de Sarepta, do território de Sidónia. 27Muitos leprosos havia em Israel no tempo do profeta Eliseu; e nenhum deles foi curado (pelo profeta), senão Naaman Sírio." 28Todos os que estavam na sinagoga, ouvindo isto, encheram-se de ira. 29Levantaram-se, lançaram-no fora da cidade, e conduziram-no até ao cume do monte, sobre o qual estava edificada a sua cidade, para o precipitarem. 30Mas ele, passando pelo meio deles, retirou-se.

Tradução: Matos Soares · domínio público

Selecione um trecho do Evangelho para compartilhar apenas essa passagem.

Os Padres comentam

Santo Atanásio

Isto diz Ele para nos explicar a causa da revelação feita ao mundo e de ter tomado sobre Si a natureza humana. Pois, assim como o Filho, embora seja o doador do Espírito, não recusa confessar, como homem, que pelo Espírito expulsa os demônios, assim também, porquanto Se fez homem, não recusa dizer: O Espírito do Senhor está sobre mim.

Santo Atanásio · c. 296–373

tradução automática

São Basílio Magno

Ou então: Veio sarar os compungidos de coração, isto é, para oferecer remédio àqueles cujo coração foi quebrantado por Satanás por meio do pecado, porquanto, acima de todas as coisas, o pecado prostrata o coração humano.

São Basílio Magno · c. 330–379

tradução automática

São Cirilo de Alexandria

Ora, Ele operou milagres não a partir de qualquer poder externo, nem por ter adquirido, por assim dizer, a graça do Espírito Santo como os demais santos, mas antes como sendo por natureza o Filho de Deus, e participando de todas as coisas que são do Pai, exercendo como por poder e operação próprios aquela graça que é do Espírito Santo. Convinha, porém, que desde então Ele Se tornasse conhecido, e que o mistério de Sua humanidade resplandecesse entre os que eram da semente de Israel. Segue-se, pois: E a Sua fama se divulgou.

São Cirilo de Alexandria · c. 376–444

tradução automática

Texto bruto preservado, limpeza editorial rastreada e atribuição disponível. Fontes e edições

Ver todos os Padres sobre esta passagem

Continue no seu ritmo

Quer continuar esta meditação?

O Evangelho do dia continua gratuito. Com uma conta gratuita, você pode aprofundar a leitura com dossiês, trilhas e o chat com fontes citadas.

  • Dossiês relacionados ao Evangelho de hoje
  • Trilhas de leitura com os Padres da Igreja
  • Chat com IA baseado apenas em fontes citadas

3 dias de acesso completo aos recursos de aprofundamento, sem cartão.

Receba o Evangelho com os Padres todo dia

Uma leitura breve, com a tradição viva da Igreja.